25.4.14

Tristão e Isolda


Bom, admito que se minha professora de português não nos obrigasse a ler algum livro, eu não teria lido nada. Como ela disse que vai pedir pra que a gente leia pelo menos um livro por trimestre (o título é ela quem escolhe), não tenho como fugir. Eu acho bom até, pra não perder o hábito, mesmo com tantas coisas pra fazer.
O primeiro título do ano foi Tristão e Isolda, adaptação de Helena Gomes. É incrível pensar que eu nunca leria esse livro por vontade própria! Só de ouvir o nome pela primeira vez já torci o nariz e pensei, assim como todo aluno, que o livro seria o mais chato 4ever... Ainda bem que eu estava enganada!
Fiquei com receio mesmo por ser um romance, e não é o tipo de literatura que eu estou acostumada, mas assim que comecei a ler não consegui mais parar! Em uma tarde li a metade, e só parei porque queria deixar pra terminar um pouco antes da prova, pra não esquecer nenhum detalhe.

Título: Tristão e Isolda
Autor: Helena Gomes
Editora: Berlendis e Vertecchia Editores
Páginas: 231
A história se passa no século XII, épocas de reis e rainhas, feitiçaria, dragões e muita magia.
Tristão recebeu esse nome por ter nascido em uma época de grande tristeza, uma semana após a morte de seu pai, o rei Rivalen. Sua mãe, a rainha Brancaflor, morreu logo após o parto difícil. Foi criado por Rohalt, e, para garantir sua segurança, convencera o futuro rei Morgan de que o princepezinho havia morrido junto com sua mãe. Foi treinado para se tornar um grande cavaleiro, capaz de de derrotar qualquer gigante e até mesmo dragões.
Foi após uma batalha contra o gigante Marhaus da Irlanda que a vida de Sir Tristan de Lyonesse mudaria para sempre. Após receber um golpe de sua espada que quase o matou, Tristão uniu forças as quais não sabia que tinha e, num só golpe, afundou a espada na cabeça do gigante. O tempo foi passando, e os ferimentos de Tristão insistiam em não cicatrizar, e as feridas começaram a cheirar mal. A espada do gigante tinha um veneno! Certa noite, Tristão conseguiu sair da cama, pegou uma canoa e deixou ser levado para o mar, juntamente com sua Harpa. Pela manhã, o navio de Isolda, a loura, que seguia rumo à Irlanda, avistou a canoa em que estava Tristão. Por insistência da princesa Isolda, seus homens o resgataram. Por sorte a princesa entendia um pouco de magia, e preparou uma poção que anulava o efeito do veneno. Em poucos dias as feridas se recuperaram e o amor nasceu entre os dois.
Por ironia do destino, e hipocrisia do pai de Isolda, o rei Gurmun, os dois não podiam ficar juntos, por mais que quisessem, pelo bem dos dois reinos. Os dois só encontraram a paz de que tanto precisavam depois de um fim nada convencional...

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